Algumas anotações depois de um dia sem internet

18 08 2009

IBGE

Itajaí continua crescendo em número de habitantes, mesmo com a enchente e os problemas no porto o fluxo migratório não se interrompeu. Em uam década a cidade cresceu 18,5%. Nos últimos meses, começamos a observar o crescimento vertical da nossa cidade. Nos bairros construções de condomínios, prédios com mais de dez andares. Destaque maior para a belíssima Bombinhas que cresceu mais de 100%.

Símbolos Religiosos

O Ministério Público Federal quer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas. Enquanto o MPF se ocupa com a repressão contra símbolos de culto religioso, como os crucifixos, José Sarney não está sendo investigado por nepotismo, prática condenada pelo Ministério Público. Além de projetos como esse, existem outras pessoas querendo restringir a liberdade de culto para dentro dos templos religiosos. Ou seja, nada de procissões, passeatas, ou shows religiosos.

Gipe A

Tem algo estranho em Santa Catarina. Enquanto os estados do Paraná e Rio Grande do Sul estão com mais de 30 casos da nova gripe, nosso estado só tem 6 casos? Aqui em Balneário Camboriú estão quase todos os casos do estado, então? E aqui em Itajaí, secretária Dalva, quantos casos realmente temos? Divulgar os números corretamente não é causar pânico nas pessoas. É preferível o espanto das pessoas com os números reais de casos, do que a tranquilidade induzida pelas autoridades.

Discussão política

Por sugestão do leitor Iedo Jaques, que comentou sobre a importância de discutir a reforma eleitoral, compartilho com todos os leitores dois textos de setembro de 2007 daqui do Diário de Hermes. O primeiro texto de 21 de setembro é (In)Fidelidade Partidária; no dia seguinte publiquei o texto Uma Mudança no sistema eletivo. É só clicar nos títulos e você irá conferir esses textos. Vão completar 2 anos, mas continuam atuais.

Problemas técnicos

Ontem passei todo o dia off-line por alguns problemas técnicos. Estou de volta e não se preocupem, porque o Diário de Hermes não pára.





A pestação de serviço da mídia em relação à gripe suína

15 05 2009
Na semana passada um post do Kibe Loco, relativizava os perigos da gripe Influenza, H1N1, ou popularmente conhecida como gripe suína. O post do dia 2 de maio, comparava a gripe suína com a dengue no Brasil: enquanto a Influenza teria matado 16 pessoas, a dengue chegou a 416 mortes no ano passado.
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Poderia estar criticando o Ministério da Saúde do Brasil, afinal o número de cidadãos brasileiros que a dengue matou é assombroso, uma média de 1,13 mortes provocadas pela doença por dia. Apesar disso, pretendo refletir sobre o comportamento midiático perante o caso da gripe Influenza.
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Ao contrário do consenso, não acredito que os meios de comunicação tenham criado pânico, ou exagerado na relevância do assunto. Pelo contrário, ao menos desta vez, os meios de comunicação prestaram um serviço social, não somente noticiaram o que acontece debaixo das narinas de seus editores, mas de buscaram as causas da doença, explicaram sobre os cuidados e perigos da gripe.
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Podemos ver com maior clareza a importância da mídia na prevenção da gripe H1N1 se olharmos para o passado. Durante a Idade Média a população da Europa, do Oriente Médio e até chinesa sofreram com a chamada Peste Negra, a peste bubônica. Era o século XIV, as informações demoravam meses para atravessar os países, não existia conhecimento suficiente para analisar a doença e muito menos mídia para alertar a população do perigo da peste. O resultado foi a morte de quase de 30 milhões de pessoas.
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Talvez a gripe Influenza não seja um perigo tão grande quanto o da peste bubônica para os europeus da Idade Média, mas quem pode garantir? Espalhar informações sobre esta gripe é mais do que notícia, é um dever dos meios de comunicação. Além do mais, é melhor espalhar “pânico”, do que deixar que a gripe Influenza se espalhe.







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